E eu sinto sua falta, idiota. Sabe eu fiquei pensando por um tempo em como te dizer certas coisas, na verdade eu até pensei em não dizer porque no fundo eu acho que você não se importe.
Tinha resolvido me afastar de você porque vi coisas que não gostei nem um pouco. Sabe quando você acha que é especial pra alguém e vê que não passa de mais um? Fiquei tão mal. E sabe oque me irrita? Você e essa cara de cão sem dono que faz quando poderia me surpreender e me fazer sentir especial. Você e sua bobeira de evitar falar comigo. Você e nossa falta de assunto, oque me faz pensar que não temos nada a ver. Você e seu amor instantâneo por mim, outra coisa que me faz sentir apenas mais uma. Mas quer saber oque mais me irrita? Eu ter pensado em você todos esses dias em que tentei inutilmente te esquecer!
Talvez você não mereça esse apreço enorme que tenho por você. Mas fazer oque? Você me tem.
E o motivo de eu estar escrevendo tudo agora é que eu realmente acho que mereça uma resposta, mas uma resposta sincera. Eu não sei pelo que optar, se por insistir e ter a certeza que no final vou me machucar, embora eu achei que não deva ser tão pessimista, ou desistir e ficar pensando em você até alguém aparecer e enfim roubar meu coração que agora pertence á você?
Então me diz oque fazer? Você também tem uma escolha, ter que aguentar minhas crises ou me deixar ir e esperar a garota certa pra você.
Eu insisto e não vou me arrepender se você disser que apesar das crises eu sou a garota certa pra você.
Só quero que saiba que estarei aqui. Pra te fazer carinho até dormir, pra te contar historias minhas que você não se interessa, pra perguntar como foi seu dia mesmo você respondendo com poucas palavras, pra dizer que você é meu, pra te aconselhar e discordar de algumas atitudes, pra dizer que apesar dos desentendimentos me sinto tão feliz por te ter, pra te amar quando não merecer, pra te enviar sms de madrugada, pra te escrever textos apaixonados, pra te irritar com minhas manias e me irritar por você não conseguir ler minha mente, pra lutar junto com você. Sempre vou estar aqui pra tudo, pra todas as horas, pra você…
Foi tudo culpa do medo.
- Quando dei por mim, já estava apaixonado. Era amor incondicional, amor que se via no olhar. Era amor sem medo, eu tinha certeza que vingaria, mais assim como tudo no mundo se evai, o nosso amor também se esvaiu, nossas vidas tomaram rumo diferentes, tudo foi culpa dos nossos medos, dos nossos anseios, das nossas loucas vontades.
Hoje, lhe digo: “Eu te amei, como nunca havia amado alguém.” Porém, hoje também posso lhe dizer: ”Tenho saudade de nós”. É incrível saber que tudo se foi, que nossos olhares já não se encontravam em sintonia, que o amor se esfriou, e se apagou dentro de nós. E tudo culpa dos nossos medos.
Do medo de amar, e parecer fraco e vulnerável, de se entregar por inteiro e se arrepender de amar. -Mas, por Deus! Quem se arrepende se amar?
Rodrigo Victor
(via d-e-n-g-o)
Tu és meu exílio, é em ti que me escondo quando a dor me persegue, em ti repouso em dias de guerra, é em ti que me encontro. Me sinto seguro, acalentado, aconchegado, exilado só em ti. Em ti, o amor em mim cresce, e o meu eu desaparece. Em ti a felicidade se ensoberbasse, e ador esmorece. Em ti, só em ti.
_ Eu fui. Eu achei que talvez você fosse louca. Mas você era interessante.
_ Eu gostaria que você tivesse ficado.
_ Eu gostaria de ter ficado também. Agora…eu gostaria de ter ficado. Eu gostaria de ter feito muitas coisas. Eu gostaria de… Eu gostaria de ter ficado.
_ Eu desci e você tinha ido. Por quê?
_ Não sei. Senti-me um menino apavorado, era mais forte que eu…
_ Estava com medo?
_ Estava…pensei que soubesse que eu era assim. Corri de volta para fogueira, tentando superar minha humilhação, eu acho…
_ Foi alguma coisa que eu disse?
_ Foi. Você disse “então vá” com tanto desdém, sabe?
_ Me desculpe.
_ Tudo bem.
_ E se você ficasse desta vez?
_ Eu saí pela porta. Não sobrou nenhuma lembrança…
_ Volte e faça uma despedida ao menos. Vamos fingir que tivemos uma…
_ Adeus, Joel.
_ Eu te amo…
Hoje eu acordei e a primeira coisa que vi quando abri meus olhos foi aquele abajur que você me deu no natal do ano passado e que eu disse na sua cara que aquilo era ridículo e não tinha utilidade nenhuma. Lembro do seu sorriso irônico e daquele seu levantar irritante das sobrancelhas. Você riu e disse que estava apenas decorando a minha casa com algo que você gostasse e que toda vez que eu olhasse pra ele eu ia lembrar de você. E eu nunca lembrei de você quando olhei pra ele, sério, nem uma vezinha sequer eu lembrei que era presente seu essa coisa ridícula ao lado da minha cama… Até hoje, até hoje quando eu acordei e lembrei que não tinha mais você então esse abajur que eu nunca gostei e sempre quis jogar fora, foi a única coisa que me restou de você, o único pedaço seu que ainda tá aqui comigo e que só vai me abandonar quando queimar ou quando eu resolver que ele é brega demais pro meu quarto. Pode parecer estranho demais isso agora, mas você foi a primeira pessoa que me deu um presente diferente de camiseta usada e sapato que eu nunca usei, de alguma forma, o seu presente ridículo foi o primeiro presente ridículo que teve utilidade. O abajur não combinava com a cama, nem com a cômoda, muito menos com o tapete e com a cortina, mas de uma forma estranhamente sensual, todas as vezes que a gente transava a cor amarelada daquela lâmpada deixava a sua pele com uma cor apetitosa e iluminava seus olhos excitados que eu tinha vontade de parar a transa e tirar uma foto sua só pra eu guardar dentro da minha agenda rosa que eu disse que escrevo meus compromissos, sendo que nela só tem telefone de ex namorado e foto de namorados alheios. E teve aquela vez também que a gente tava brigando no meu quarto e sem querer eu derrubei o abajur, então você parou a briga só pra colocar ele no lugar, aí a gente riu, mas riu tanto que a gente parou de brigar só pra rir. O abajur, esse maldito abajur, esteve com a gente o tempo todo, enquanto a gente transava, enquanto a gente chorava, enquanto a gente brigava e ria. Essa droga de abajur sem importância que nunca me lembrou você, é a unica lembrança viva que eu tenho da gente. O abajur tosco, brega, e que agora tá apagado aqui do meu lado, tá sentindo a sua falta e tá pedindo pra você voltar. O abajur tá pedindo, implorando, morrendo… E eu também.
Antes de você, eu não entendia as canções, dormia bem todas as noites, não me importava com as minhas roupas, esquecia o celular, tinha pensamentos livres e horas vagas. Meu coração era saudável, lento, constante. Eu não tinha febre psicológica, crise emocional, stress acumulado, nem carência afetiva. Não tinha ciúme, ódio, ou pensamentos psicopatas. Eu sempre tinha a razão, não aguentava reclamações, não planejava tantas coisas boas e bobas. Antes de você eu não morria de saudade, não era tão bem-humorada, não me preocupava em fazer alguém feliz, em cuidar de alguém. Eu não sabia sequer que um abraço curasse tanta dor, que o mundo cabia num sorriso, e que era possível gostar tanto de uma pessoa. A verdade é que antes de você, o meu eu simplismente não existiu, você me fez crescer e me fez ser assim como sou agora, devo tudo a você que me mostrou o verdadeiro significado de um AMOR de verdade, não quero te perder.
Era a tua imagem que eu via naquela moça bonita que abriu a porta discretamente sem querer chamar atenção e se colocou de pé ao lado dela. Nunca havia visto por essas cidades todas alguém que se parecesse fisicamente contigo. E aquele sorriso… parecia tanto você. Eu tinha que me convencer de que não era o seu cabelo, os seus olhos e nem o seu jeito de andar. Nenhuma moça é você até que eu declare e o meu coração aceite. Lá da porta a moça me olhou. Eu devolvi o olhar atenciosamente - quem não devolveria? -, mas foi o momento em que a ilusão veio abaixo: o meu coração não aceitou. Não era você.
O dia hoje está lindo!! Bom dia, followers ^^